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Ao longo deste ano letivo, a turma do Pré A 5 da Escola Municipal de Educação Infantil Barão do Rio Branco desenvolveu um projeto especial de investigação sobre as diferenças entre o campo e a cidade, a origem dos alimentos e o processo de crescimento das plantas.
A proposta surgiu a partir das observações da professora Tamara C. Rech Racoski durante as rodas de conversa com as crianças. “Percebi que muitas delas não sabiam como era a vida no campo, como as frutas eram colhidas e de onde vinham itens básicos do nosso dia a dia. Por isso surgiu o projeto, para que as crianças possam vivenciar e experienciar”, explicou.
O trabalho envolveu construção de maquetes, pesquisas, brincadeiras e diversas interações que estimularam a curiosidade e ampliaram o conhecimento da turma. Como encerramento das investigações, no dia 18 de novembro, a classe realizou uma visita pedagógica à propriedade Frutas Rech, em parceria com a Linha do Turismo, integrando teoria e prática por meio de uma experiência concreta e significativa.
Durante o passeio, as crianças exploraram os pomares, conheceram as etapas de produção e colheram frutas diretamente do pé. A atividade promoveu descobertas, encantamento e contato direto com a natureza, especialmente durante a colheita dos pêssegos, que chamou a atenção dos pequenos.
Para Joceny Judson Edmond, de 4 anos, a visita foi marcante: “Foi muito legal, quero vir mais vezes”, comentou.
A professora Diuliana Chiaradia Pimentel ressaltou o impacto pedagógico da vivência. “Proporcionar experiências para além da sala de aula faz nossos olhos de adultas brilharem com o encantamento das infâncias. Fortalece nosso trabalho pedagógico e coloca as crianças como protagonistas das investigações”, destacou.
A coordenadora pedagógica Chaiane Orso Neis também enfatizou a importância da atividade:
“A curiosidade se tornou experiência real, vivida e sentida pelas crianças: desde o momento de entrar no ônibus, observar as paisagens e animais pelo caminho, acompanhar as explicações, degustar o pêssego e descobrir insetos que colhem o néctar das flores do pé de romã. É encantador ver e sentir a infância acontecendo. Destaco ainda o carinho com que fomos recebidos e o cuidado da família Rech em conversar com as crianças e responder às inúmeras dúvidas com atenção”, afirmou.
A experiência consolidou o projeto como um importante instrumento de aprendizagem, aproximando os estudantes da natureza, da agricultura e da compreensão sobre a origem dos alimentos.
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Quentuchas Notícias
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