A atividade econômica do Brasil registrou um aumento em julho deste ano, como informou o Banco Central (BC) em comunicado divulgado nesta terça-feira (19). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou um crescimento de 0,44% em julho em relação ao mês anterior, de acordo com dados ajustados para sazonalidade. No entanto, essa alta foi menor do que a registrada em junho, que foi de 0,67%.

No mês de julho, o IBC-Br alcançou a marca de 150,94 pontos. Comparado com o mesmo mês do ano anterior, houve um aumento de 0,66% (sem ajustes sazonais, pois a comparação é entre meses equivalentes). No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador também registrou um desempenho positivo de 3,12%.

Este foi o segundo mês consecutivo de crescimento no indicador, após uma queda em maio.

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O IBC-Br é uma ferramenta utilizada para avaliar a evolução da atividade econômica do país e auxilia o BC nas decisões relacionadas à taxa básica de juros, a Selic, que atualmente está fixada em 13,25% ao ano. O índice engloba informações sobre o nível de atividade nos setores da economia, como indústria, comércio, serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O IBC-Br, divulgado mensalmente, emprega uma metodologia diferente da usada para calcular o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira. O BC afirma que o índice "contribui para a formulação da estratégia da política monetária" do país, embora "não seja exatamente uma prévia do PIB".

O PIB representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Com resultados trimestrais que superaram as expectativas, no segundo trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 0,9% em comparação com os primeiros três meses de 2023, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo período do ano passado, a economia brasileira avançou 3,4%.

O PIB acumula um crescimento de 3,2% nos últimos 12 meses. No primeiro semestre de 2023, o crescimento acumulado foi de 3,7%.

Em 2022, o PIB do Brasil apresentou um crescimento de 2,9%, totalizando R$ 9,9 trilhões.

FONTE/CRÉDITOS: Da Redação