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D’Ale, que atuou pelo Inter de 2008 a 2022, com algumas breves passagens fora do clube, traz uma vasta experiência para orientar os mais novos sobre as nuances do clássico. Geromel, por sua vez, já anunciou oficialmente que se aposentará ao final da temporada. Chegando a Porto Alegre em 2013, após uma carreira discreta na Europa, ele conquistou títulos e viveu vitórias e derrotas em Gre-Nais. Um consolo para Geromel é que ele possui o potencial para seguir os passos de D’Ale e se tornar dirigente do Grêmio, revivendo as emoções do clássico.
Gre-Nal 443: Último Clássico de Geromel
Pedro Geromel se despede dos gramados com o Gre-Nal 443. Recentemente, ele confirmou que se aposentará do futebol no final do ano e, mesmo não sendo titular, poderá vivenciar seu último clássico como jogador neste sábado.
Reconhecido como um dos maiores zagueiros da história do Grêmio, Geromel chegou ao clube em dezembro de 2013. Desde então, participou de 27 Gre-Nais, acumulando nove vitórias, dez empates e oito derrotas, com um aproveitamento de 45,6%. Ele deixou sua marca no clássico 422, em 3 de novembro de 2019, ao marcar o primeiro gol na vitória por 2 a 0 na Arena.
Dos 27 Gre-Nais, Geromel atuou em 14 ao lado de Kannemann, registrando cinco vitórias, seis empates e três derrotas, com um aproveitamento de 50%. A dupla foi crucial nas conquistas do Grêmio, incluindo a Copa do Brasil (2016), a Libertadores (2017) e a Recopa Sul-Americana (2018).
A última vez que Geromel e Kannemann jogaram juntos foi no Gre-Nal 440, que resultou em uma derrota por 3 a 2. No último clássico, o 442, Geromel foi titular, mas o Grêmio perdeu para o Coritiba por 1 a 0.
Aos 39 anos, Geromel encerra uma carreira de 11 temporadas no Grêmio, onde disputou 406 partidas, somando 217 vitórias, 98 empates e 91 derrotas, com um aproveitamento de 61,49%. Ele também marcou 15 gols e deu cinco assistências.
“O Grêmio me proporcionou títulos, a oportunidade de vestir a camisa da Seleção Brasileira e ser reconhecido pelo meu trabalho. Sou muito grato por tudo”, declarou Geromel em sua coletiva de aposentadoria.
D’Ale como Dirigente: Mantendo o Espírito dos Clássicos
Embora D’Alessandro não calce mais as chuteiras, ele não perdeu a essência de um líder. Desde que assumiu a função de diretor técnico, ele não vive mais a emoção do clássico em campo, mas sua paixão pelo jogo permanece. Aqueles que o conhecem no CT Parque Gigante notam que ele está mais concentrado e ansioso para iniciar sua nova trajetória com uma vitória sobre o maior rival.
“Quem chega aqui no Sul precisa entender a importância do Gre-Nal. Não é apenas um jogo; é parte da identidade da cidade”, afirmou D’Ale ao ser apresentado como diretor técnico do Inter, em agosto.
Como jogador, ele participou de 40 Gre-Nais, acumulando 16 vitórias, 13 empates e 11 derrotas, com 50,8% de aproveitamento. Sua estreia pelo Inter foi em um clássico, em 13 de agosto de 2008, e ele marcou seu primeiro gol contra o Grêmio na vitória por 4 a 1 pelo Brasileirão ainda naquele ano. D’Ale é o maior artilheiro do clássico no século, com nove gols.
Embora muitos atribuam a fase ascendente do Inter no Brasileirão ao seu trabalho, D’Ale humildemente aponta os méritos para Roger Machado e os jogadores. Tudo será testado no Gre-Nal, onde sua nova função será colocada à prova.
Informação Correio do Povo
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Quentuchas Notícias
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