O envolvimento do grupo libanês Hezbollah na guerra em curso entre Israel e o grupo radical Hamas está gerando preocupações significativas em Israel. Um documento das Forças de Defesa de Israel (FDI), indica que a participação direta do Hezbollah no conflito poderia resultar em uma "guerra destrutiva".

O relatório destaca que, desde o ataque surpresa de 7 de outubro, o Hamas tem lançado vários ataques vindos do Líbano e da Síria. As Forças de Defesa de Israel afirmam que o Hezbollah autorizou esses ataques e participou ativamente deles.

As Forças de Defesa de Israel consideram o Hezbollah responsável por todos os ataques provenientes do Líbano, alertando que o envolvimento do grupo poderia desencadear uma guerra prejudicial aos interesses tanto de Israel quanto do Líbano.

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O relatório da FDI enfatiza que não é do interesse de Israel escalar o conflito com o Hezbollah, mas que agirá para proteger seus cidadãos onde quer que sejam ameaçados.

O total de mortes na guerra entre Israel e o Hamas ultrapassou 4 mil, de acordo com dados do Ministério da Saúde da Palestina e informações divulgadas pela Embaixada de Israel no Brasil. A Palestina registrou 2.670 mortes, enquanto Israel informa 1,4 mil. O número de feridos ultrapassa 13 mil.

O Unicef relatou que mais de 700 crianças palestinas perderam a vida, e 2,4 mil ficaram feridas. As condições nos hospitais estão sobrecarregadas, enfrentando desafios para tratar crianças com queimaduras e ferimentos graves.

No nono dia do conflito, as Forças de Defesa de Israel instruíram a evacuação de civis do norte da Faixa de Gaza. A ONU alertou sobre as "consequências humanitárias devastadoras" dessa medida. Os bombardeios persistem, agravados pela escassez de suprimentos essenciais resultante do cerco imposto por Israel à região, incluindo alimentos, combustíveis e remédios.

FONTE/CRÉDITOS: Redação