A Vinícola Aurora declarou que não recorrerá mais a terceirização de trabalho temporário, pois utilizou a mão de obra da Fênix Serviços Administrativos e Apoio à Gestão de Saúde Ltda, sob investigação por trabalho similar à escravidão. O presidente da cooperativa, Renê Tonello, anunciou a decisão ao jornal Pioneiro.

Além disso, o presidente da cooperativa anunciou que serão melhorados os processos e mecanismos de fiscalização, promovidas campanhas de conscientização, além de treinamento e qualificação dos associados para cumprirem com o Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público do Trabalho.

No mês de fevereiro, 207 trabalhadores foram libertados de condições análogas à escravidão em Bento Gonçalves, na região serrana do Rio Grande do Sul. Eles foram contratados por uma empresa terceirizada para trabalhar na colheita da uva. De acordo com a investigação da Polícia Federal (PF), não há evidências, até o momento, de que vinícolas tenham participado dos crimes.

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