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O ex-presidente Jair Bolsonaro compareceu nesta quarta-feira (26/4) à sede da Polícia Federal em Brasília para depor sobre sua suspeita de envolvimento nos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro. Ele é acusado de instigar ou ser o autor intelectual dos ataques aos prédios dos Três Poderes da República. O depoimento ocorreu após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito do Inquérito (INQ) 4921, aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Bolsonaro também está sendo investigado por outras apurações na Corte (INQs 4874, 4878, 4888).
A investigação se concentra na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do STF, com depredação do patrimônio público. Bolsonaro foi incluído na investigação depois de compartilhar um vídeo que questionava a regularidade das eleições. A PGR acusou-o de incitar a perpetração de crimes contra o Estado de Direito ao propagar o vídeo, apesar de ter apagado a postagem no mesmo dia. O ministro afirmou que as afirmações falsas em redes sociais formulam uma narrativa que deslegitima as instituições democráticas e estimula grupos a atacarem pessoas que as representam, instigando apoiadores a cometerem "crimes de extrema gravidade contra o Estado Democrático de Direito".
Este é o segundo depoimento de Bolsonaro à PF neste mês. O primeiro foi para explicar sobre as joias que ganhou de presente da Arábia Saudita.
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