Uma triste notícia abalou profundamente a comunidade de Presidente Getúlio, no Alto Vale do Itajaí, nesta quarta-feira (8). Adryan Joaquim, um pequeno de apenas 3 anos, perdeu a batalha contra a vida, deixando familiares e amigos em luto. As homenagens ao menino inundaram as redes sociais, revelando a magnitude do impacto causado por sua precoce partida.

Em um episódio igualmente devastador, Carlos Daniel Monteiro Barbosa, de 9 anos, residente em São João Batista, faleceu em Florianópolis na segunda-feira (9), vítima de meningite bacteriana provocada por pneumococo.

Estes eventos trágicos lançam luz sobre a alarmante situação da meningite em Santa Catarina. De acordo com os dados mais recentes, entre janeiro e setembro de 2023, foram confirmados 656 casos de meningite no estado. Desse total, 66 foram atribuídos ao pneumococo, resultando em 21 óbitos.

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A letalidade da meningite pneumocócica é especialmente elevada, alcançando uma taxa de 35% entre os casos confirmados. Em contrapartida, as meningites virais, embora mais comuns, apresentaram uma taxa de letalidade de apenas 0,7%, com dois registros de óbitos.

No conjunto, foram registradas 48 mortes por todas as etiologias da doença em Santa Catarina, correspondendo a uma taxa de letalidade de 7,3%.

A Diretoria de Vigilância Sanitária (Dive) destaca a crucial importância da vacinação na prevenção de diferentes tipos de meningite. O Calendário Básico de Vacinação oferece proteção às crianças contra a meningite por tuberculose, meningite pneumocócica, meningite meningocócica e meningite por hemófilos.

Nesse momento, as autoridades de saúde e a população em geral são chamadas a unir esforços no combate a essa doença, visando proteger as vidas mais vulneráveis em nossa sociedade.

FONTE/CRÉDITOS: Da Redação